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Chile

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Re: Chile

Mensaje por Onyx el Miér 16 Mayo - 13:42

CHILE SIN SOBERANÍA, LOS VENDEPATRIA SE LA ENTREGARON AL IMPERIO



BASES MILITARES DOS EUA NA AMÉRICA DO SUL



Por : Indira Carpio Olivo e Ernesto J. Navarro

“Em 24 de março de 2012, a página web aporrea.org , publicou uma nota de 4
dias antes, de matrizur.org , na qual afirma que o governador da Província de El
Chaco, outorgava permissão para a instalação de uma base militar do Comando Sul
nesse território argentino(1).

Diz o texto: “O edifício, que será inaugurado este mês, está localizado no
prédio do aeroporto de Resistência – capital da Província do norte do Chaco – e
encontra-se em sua etapa final de construção, será assim, o primeiro centro de
operações na Argentina. Só falta equipá-lo com tecnologia de informática e ceder
o lugar para, em seguida, concluir com uma capacitação de pessoal”, disse o
comandante estadunidense Edwin Passmore, do Comando Sul, que reuniu-se semanas
antes com o governador Jorge Capitanich”.

Dias mais
tarde, em 05 de abril, o Chile de Sebastián Piñera, abria as portas a esse mesmo
Comando Sul.

Um complexo militar, localizado no Forte Aguayo da comunidade de Concón,
região de Valparaíso, a uns 130 quilômetros a noroeste da capital Santiago, foi
inaugurado com honras.

Frente aos protestos, quem aparece é o Secretário de Defesa dos Estados
Unidos, Leon Panetta, afirmando que não é uma base militar operada por seu país,
mas sim uma base chilena para treinamento de forças de paz das Nações Unidas
(2).

Atualmente o Comando Sul opera bases militares no Paraguai, El Salvador,
Costa Rica, Guatemala, Honduras, Panamá, Colômbia e Perú.

Em entrevista ao programa de rádio La Brújula del Sur (3), Walter Goobar,
escritor editor do semanário dominical Miradas al Sur e colunista do diário
Tiempo Argentino, comentou que o Governo dos Estados Unidos já não chama “bases
militares” a essas instalações financiadas pelo Comando Sul, agora em seu novo
discurso são denominadas: Deslocamento Cooperativo de Segurança, CSL (iniciais
em inglês) ou Deslocamento Adiantado Operativo, FOL.

“O Comando Sul, nos explica, está tentando
penetrar em diferentes países com programas que não sejam militares (ajudas para
catástrofes, emergências, etc) com os quais se pode evitar as autorizações dos
congressos, ou das autoridades nacionais”.

Apesar de o Governador da Província de El Chaco, Jorge Capitanich, negar
rotundamente que a instalação cedida ao exército dos EUA seja uma base militar
Goobar assinala: “Para mim é óbvio que se trata de instalações militares,
financiadas pelo Comando Sul. Quem aparece da parte dos EUA, assinando acordos
com o governador do Chaco, é o comandante Edwin Passmore um homem conhecido na
Venezuela já que foi expulso por realizar atividades de espionagem, é um homem
da inteligência estadunidense”.

CONTROLE DA TRÍPLICE FRONTEIRA

O escritor e analista argentino assegura que a província de El Chaco é
altamente transcendental por várias razões, “neste caso específico (uma base) se
permite ao Comando Sul o controle de uma zona estratégica que é para onde
convergem as fronteiras da Argentina, Brasil e Paraguai e por onde corre o
famoso Aqüífero Guarani”.

Ao perder a dianteira política na América do Sul, os Estados Unidos tem uma
necessidade de controle do tipo territorial, Goobar agrega que “a instalação de
bases em El Chaco e no Chile, permitirá também recrutar forças locais para
tê-las sob suas ordens e em sua folha de pagamento”.

Consultado sobre as razões do governador de El Chaco para outorgar a
permissão, Walter Goobar nos disse: “Pessoalmente creio que o governador
Capitanich está tratando de conduzir uma espécie de política exterior por conta
própria. Está contradizendo os postulados básicos da política exterior de Néstor
e Cristina Kirchnner”.

CERCADOS?

Em seus artigos (4) Goobar analisa o deslocamento militar do Comando Sul e
considera que “sim há razões para preocupar-se. Este deslocamento militar anda
de mãos dadas ou no mesmo passo que o deslocamento da Grã-Bretanha no Atlântico
Sul, nas ilhas Malvinas, com naves de tipo nuclear”.

“Parte deste deslocamento tem a ver com o Pentágono prevendo algum tipo de
crise nos países da ALBA (5) e também com um eventual ataque por parte de Israel
e/ou Estados Unidos contra o Irã e a necessidade de ter sob controle seu próprio
pátio traseiro”.

DESEMBARQUE MILITAR

A base oferecida ao Comando Sul na Argentina pelo governador de El Chaco sob
o eufemismo de “base de ajuda a emergências” está localizada no aeroporto
principal da região.

A razão? Walter Goobar explica: “Neste momento, a principal arma dos Estados
Unidos são 7.500 aviões não tripulados chamados drones, e para operar estes
aviões não é necessário o desembarque de fuzileiros, o único deslocamento
militar necessário é um joystick (6), 14 telas de computador e um piloto que
seja capaz de voar 3 drones ao mesmo tempo”.

Cuide-se.

PASSMORE

O Coronel cumpriu “tarefas humanitárias” na invasão ao Afeganistão comandando
suas tropas. Além disso, foi assessor de Inteligência do ministro da Defesa do
Kuwait durante a invasão do Iraque.

Desde 2005 serviu como adido militar na embaixada dos Estados Unidos na
Venezuela, país do qual foi expulso por atividades de espionagem no ano de 2008.


Em fevereiro de 2011, Edwin Passmore foi protagonista da introdução das
valises diplomáticas “secretas” que continham aparatos para comunicações
secretas, codificação e interceptação de comunicações, equipamentos de
posicionamento global (GPS), pacotes de software (suporte lógico) e uma grande
lista de substâncias narcóticas e psicotrópicas (7).”

OBS: Matéria Extraida:

BASES MILITARES DOS EUA NA AMÉRICA DO SUL/Walter Goobar

Na Argentina SIM foi instalada uma base militar estadounidense

Autores: Indira Carpio Olivo e Ernesto J. Navarro

Data da publicação: 08/05/2012

Para conhecer as respostas completas escute a este AUDIO aqui:

http://soundcloud.com/des-union-radio-noticias/entrevista-a-walter-goobar


Onyx
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Re: Chile

Mensaje por salmon profugo el Miér 16 Mayo - 18:46

@Onyx escribió:CHILE SIN SOBERANÍA, LOS VENDEPATRIA SE LA ENTREGARON AL IMPERIO

ONYX te respondo con 2 notas,,, una del gobierno y otra de los q estan en contra,,,la primera es de emol y la segunda del cuidadano,,, yo algo habia escuchado pero no le tome atencion,, y ahora q me informo mas,, no se puede esperar otra cosa de un gobierno pro yanqui,,,

nota de emol,,

Armada aclara que base militar en Concón es un programa de ONU para "Cascos Azules"

A través de un comunicado, la entidad responde a las críticas surgidas en contra del ministro de Defensa Andrés Allamand por una supuesta unidad militar de EE.UU. en Concón



SANTIAGO.- Ante la ola de críticas que surgieron por la creación de una supuesta base militar de Estados Unidos en Concón, la Armada de Chile salió al paso y mediante un comunicado aclaró que se trata de un centro de entrenanamiento para "Cascos Azules".

La entidad señaló que desde "el jueves 5 de abril pasado fue inaugurado oficialmente el Centro de Entrenamiento para "Cascos Azules" en Chile, dependiente del Centro Conjunto para Operaciones de Paz en Chile - Cecopac dependiente del Estado Mayor Conjunto, enmarcándose dentro de estrictos protocolos definidos por Naciones Unidas, organismo bajo el cual operan las Fuerzas de Paz multinacionales y de las cuales las Fuerzas Armadas de Chile participan, activamente, en conformidad con lo dispuesto por el Gobierno en materia de Cooperación Internacional".

A raíz de esto, se explica que "este año le correspondió a Chile ser país sede del entrenamiento, realizando el pasado 5 de abril, un Ejercicio Multinacional de Operación de Mantenimiento de Paz 'OMP Américas 2012' y culminó el 'Curso Junior Leader´s Training' en el que participaron 65 alumnos provenientes de Fuerzas Armadas de varios países. El programa de entrenamiento de Fuerzas de Paz, obedece a un programa de Naciones Unidas y en él se instruye exclusivamente a personal de las Fuerzas Armadas".

Todo esto sale en respuesta a los cuestionamientos que recibió de parte de parlamentarios el ministro de Defensa, Andrés Allamand, quien fue criticado por la creación de una supuesta base militar en Concón.

"La comunidad internacional está señalando que EE.UU. ha invertido en una base militar en América del Sur y en particular en Chile. Las imágenes que han circulado son de fuerzas especiales conduciendo a detenidos con capuchas. Esta situación daña gravemente al país", señaló el senador PS Juan Pablo Letelier.

El parlamentario agregó que se "ha conocido extraoficialmente que fuerzas especiales chilenas y extranjeras están recibiendo entrenamiento para 'Ejecutar Operaciones de Mantención de la Paz o de estabilidad Civil en Zonas Urbanas', financiadas por los EE.UU. en dependencias construidas especialmente para estos entrenamientos en las instalaciones del Fuerte Aguayo localidad de Concón".


nota del cuidadano

La base de Estados Unidos en Concón para la “guerra urbana”



Financiada por los estadounidenses, en el Fuerte Aguayo de la Armada chilena se edificó -en un tiempo record- una base para el entrenamiento de soldados especializados en operaciones en ciudades. Estaría destinado para la formación de las Fuerzas de Paz de Naciones Unidas, según la versión oficial, pero su implementación está en los planes del Comando del Sur del Ejército de la potencia, para recuperar influencia en América Latina. EE.UU. puso 465 mil dólares para la construcción de la base. El 2 de mayo reciente concluyó la tercera fase del ejercicio programado para este año en suelo chileno.

“¡Felicitaciones! Se le ha adjudicado el contrato para la rehabilitación y construcción de las estructuras MOUT de formación en el Fuerte Aguayo” -decía el mensaje que recibió la constructora Bitumix el 29 de diciembre de 2011. El e-mail estaba firmado por Hubert M. Cacho, oficial de contrataciones de la 410 Brigada de Apoyo de Fort Sam Houston, Texas, y daba el visto bueno a la construcción de la base para Operaciones Militares en Territorios Urbanos (MOUT), a edificar en el Fuerte Aguayo, de la Armada de Chile, en la Región de Valparaíso.

La Armada ponía 600 metros cuadrados de su base ubicada en Concón y el Comando del Sur del Ejército de Estados Unidos se ponía con 465 mil 806 dólares para la edificación. Si bien se calculó en 120 días la construcción, las faenas iniciadas los primeros días de enero y realizadas durante los siete días de la semana, lograron estar listas el jueves 5 de abril, cuando el embajador de ese país, Alejandro Wolff, el contralmirante de la Armada, Marco Amigo, el director de Operaciones Internacionales del Estado Mayor Conjunto, general Leonardo Martínez y el comandante del Grupo Militar de la Embajada de Estados Unidos en Santiago, coronel James Quinn, cortaran la cinta y posaran sonrientes para la foto.

“Un proyecto de esta envergadura normalmente lleva seis meses en completarse, pero hemos condensado esta construcción a 60 días”, dijo satisfecha ese día Rosa L. Santoni, oficial de alto rango del Comando del Sur. La base MOUT está compuesta de ocho edificios, uno de dos pisos y el resto de un piso, los que simulan una mini ciudad.



No es primera vez que el Fuerte Aguayo es espacio de influencia de Estados Unidos en Chile. La base que alberga al Destacamento de Infantería de Marina Nº 2, reconocido como el más preparado de la Armada, fue usada por suboficiales para reclutar postulantes que se fueran a trabajar en destacamentos de seguridad privada en Irak para la empresa estadounidense Blackwater, el año 2003.

La base será destinada al entrenamiento de las denominadas Fuerzas de Paz de los países latinoamericanos que integran misiones de Naciones Unidas. El director del Centro Conjunto para Operaciones de Paz de Chile (Cecopac), capitán de navío Claudio Zanetti, contó que “la experiencia del ejercicio PKO (Peacekeeping Operations-Americas) de 2011 en Chile hizo que se proyectara que las instalaciones de la Infantería de Marina podían ser mejoradas. Todo esto enmarcado en la Iniciativa Global en Operaciones de Paz (GPOI, por sus siglas en inglés), la que apunta a fomentar la participación de los países latinoamericanos en dichas operaciones”.

El capitán de navío tiene vasta experiencia como observador de la ONU en el Líbano y a cargo de tareas operativas en la misión chilena que participa de la MIFUSTAH desplegada en Haití bajo el paraguas del organismo internacional.

El ejercicio PKO 2012 integra a más de 80 soldados de diferentes países y se inició el 19 de marzo en una base similar en Santo Domingo, República Dominicana. El entrenamiento en el Fuerte Aguayo correspondió a la fase de formación de soldados provenientes de 16 países de Latinoamérica y se usará en cinco oportunidades durante 2012.

“Todos sabemos cuáles son las realidades en América del Sur, y Chile siempre ha tenido con Estados Unidos una relación buena, por lo que ellos saben que una inversión acá va en beneficio de lo que ellos están buscando: Mejorar la capacidad de interoperar entre los países”, opina Zanetti.

De tal manera que ya está instalada una base militar en Concón, en pleno territorio chileno, financiada y promovida por el Gobierno y la fuerza militar de Estados Unidos y que servirá para adoctrinar oficiales y soldados locales y de otros países. Este tipo de base se suma a otras que los estadounidenses instalaron o patrocinaron en Honduras, Colombia, Cuba y otras naciones. Además, se suma al entrenamiento que los uniformados de la potencia dan a integrantes de las Fuerzas Armadas de Chile.

Así que desde ahora, aunque se hable de que está destinada a operaciones de la ONU, el Fuerte Aguayo de la Armada pasa al listado de puntos de entrenamiento e influencia del Comando Sur y de las Fuerzas Armadas de Estados Unidos en América Latina y específicamente en Chile.

UNA VIEJA AMISTAD BÉLICA

El 5 de marzo reciente el ministro de Defensa, Andrés Allamand, se reunió con Leon Panetta, secretario de Defensa de Estados Unidos. En la cita, realizada en Washington, trataron la nueva estrategia de seguridad de la Casa Blanca. Allí Allamand dijo que “las Fuerzas Armadas han ido profesionalizándose, reduciendo su contingente y avanzando fundamentalmente hacia lo que se denominan Fuerzas Especiales, es decir, soldados de elite, de extraordinaria capacitación”, en la línea de los MOUT instalados en Concón.

Cuando el presidente Obama visitó Chile, en marzo de 2011, se firmó un tratado de cooperación con la Agencia Nacional para el Manejo de Emergencias (Fema). Seis meses después, Allamand firmó un acuerdo de cooperación que permite el despliegue de tropas estadounidenses en suelo chileno, ante la eventualidad de que el ejército nacional se vea “sobrepasado por alguna situación de emergencia”. En la ocasión, jefes militares propusieron el diseño de protocolos de asistencia militar que incluyen la aplicación del Estado de Excepción y la suspensión de garantías constitucionales.



En marzo de este año, el Consejo Militar del Ejército recibió la visita del director del Área de Latinoamérica del Centro de Estudios Internacionales y Estratégicos de Estados Unidos, Stephen Johnson.

La relación militar entre los dos países viene de más atrás. Según cables de la embajada del país del Norte, filtrados por WikiLeaks, José Goñi, uno de los ministros de Defensa de la presidenta Michelle Bachelet, visitó el Instituto del Hemisferio Occidental para Cooperación en Seguridad (WHINSEC) y apostó por mejorar la imagen de esa institución, heredera de la Escuela de las Américas, entre congresistas y organizaciones no gubernamentales chilenas.

La iniciativa del WHINSEC y del Comando del Sur del Pentágono era neutralizar las críticas en su contra, articuladas por la ONG SOA Watch (OEDA), para lo que desplegó una intensa campaña durante seis meses para subvertir el pedido de la organización pacifista para que los gobiernos latinoamericanos no enviaran más tropas al WHINSEC. Argentina, Bolivia, Uruguay, y Venezuela han cesado los envíos.

Alejandra Arriaza, abogada del OEDA, cuenta que en una cita que su organización tuvo con la ex ministra de Defensa de Bachelet, Vivianne Blanlot Soza, ésta se mostró “sensible con lo planteado por SOA Watch, pero nos dejó en claro que no podía imponer al Ejército, sólo podía sugerir no seguir enviando tropas, que no era una decisión política, sino autónoma del Ejército”.

A marzo de 2009 se sabía que Chile había enviado a WHINSEC unos 190 estudiantes cada año desde 2006.

A fines de abril está programada la visita de Panetta a Chile para profundizar los “esfuerzos comunes para efectos humanitarios y de seguridad global”, según anunció quien en ese momento se desempeñaba como embajador de Chile en Estados Unidos, Arturo Fermandois. La visita coincidirá con la tercera fase de los ejercicios de PKO-A 2012.

EL ENEMIGO URBANO

Desde las invasiones a Irak y Afganistán, las operaciones MOUT son las que concitan más interés para el Ejército de Estados Unidos. La experiencia en dichos países les exige tener tropas entrenadas para el combate urbano y con experiencia en el trato a civiles. Según el analista militar Michael C. Desch, estos juegos de guerra se han posicionado a la “vanguardia de la doctrina y la planificación militar” de ese país, debido a que son “una misión importante para el ejército estadounidense en el futuro”.

Dichas acciones pueden ser Operaciones de Estabilidad y Apoyo (Saso), intervenciones humanitarias y mantenimiento de la paz; pero también operaciones antiterroristas.

Las acciones que realizan los cuerpos de paz son, según Zanetti, “patrullaje en las ciudades, entrega de ayuda a la gente y proporcionar a la policía un cerco de seguridad mientras se efectúa un allanamiento. Las tareas que realizan las tropas en las misiones de paz son dentro de las poblaciones y tienen al frente de ellos una voluntad de oponerse a lo que realizan las fuerzas en operaciones de paz”.

Pablo Ruiz, del Observatorio de la Escuela de las Américas–Chile (OEDA), comenta que “esta idea del combate urbano no es nueva. Parte luego de la Revolución Cubana con instrucción en contrainsurgencia en el campo y la ciudad. Ya en esa fecha los norteamericanos entrenan a militares latinoamericanos en técnicas para reprimir a los movimientos sociales”.

LA MEMORIA DE LA ESCUELA DE LAS AMÉRICAS

La Escuela de las Américas fue cerrada luego de las contundentes evidencias de su intervención en países latinoamericanos y el entrenamiento de militares en la doctrina de la Seguridad Nacional. Se calcula que Chile envió a más de 3.800 soldados a formarse allí antes que sus tareas pasaran a desarrollarse por el Instituto de Cooperación para la Seguridad del Hemisferio Occidental.

Alejandra Arriaza comenta que “la historia indica que cuando Estados Unidos dirige instrucciones a militares o a distintos miembros de Fuerzas Armadas su objetivo no es la paz, sino que tomar posiciones, invadir y adoctrinar a militares de otros territorios”. Ruiz agrega que “durante el gobierno de Salvador Allende fue la época en que más soldados se enviaron a la Escuela de las Américas. Miguel Krassnoff, Álvaro Corbalán estuvieron en los ’70 entrenándose allí. Esa ‘cooperación’ significó un golpe de Estado en Chile”.



Capitán de Fuerzas Especiales de Carabineros, Nathalie Muñoz, instruye a las fuerzas MOUT en tácticas policiales

Consultado respecto de si la lógica del enemigo interno que sustentó la doctrina de la Seguridad Nacional en décadas pasadas, sigue vigente, el capitán Zanetti responde que en las operaciones de paz “usted no tiene un enemigo, tiene un civil en frente. El término ‘enemigo’ no se concibe porque tú vas a establecer o imponer la paz”.

En la jornada del 5 de abril llamó la atención que la capitán de Fuerzas Especiales de Carabineros, Nathalie Muñoz, instruyera a los soldados en tácticas policiales para el control de población civil.

Para Arriaza “al antiguo enemigo interno van a darle el nombre que estimen pertinente a lo que quieran combatir en un minuto determinado, sea combate al terrorismo, al comunismo o al narcotráfico. Aún no hay claridad en el objetivo de los entrenamientos a soldados latinoamericanos, sino que más bien parece una herramienta para aniquilar cualquier tipo de movilización social, de expresión. Es el servicio de las armas hacia una ideología determinada”.

Mauricio Becerra Rebolledo


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Re: Chile

Mensaje por salmon profugo el Sáb 26 Mayo - 11:19

nota de emol,,, q esas almas descanzen en paz,,

Dos personas fallecieron al estallar mina antipersonal en el norte del país

Un taxi proveniente de Perú ingresó a territorio nacional por un paso no autorizado, el cual habría estado señalizado como campo minado.



ARICA.- Al menos dos personas fallecieron tras la explosión de un taxi proveniente de Perú, el cual ingresó a territorio nacional por un paso no habilitado, señalizado como campo minado.

Según información entregada esta mañana por una fuente policial el taxista habría tratado de ingresar a Chile a la altura del hito 14, activando una mina antitanque que destruyó completamente el vehículo y acabó con la vida de todos los ocupantes.

"El vehículo circulaba por un camino no habilitado cerca del hito 14 en la frontera con Perú y no se dio cuenta que pasaba por una zona donde habían minas antipersonales y estalló una de ellas", relató vía teléfonica la fuente policial que pidió mantener su identidad en reserva.

"Al parecer hay víctimas fatales", agregó a la agencia AFP, desde el puesto policial de 'Chacalluta', en la región de Arica y Parinacota, a unos 2.100 km al norte de Santiago.

Antecedentes preliminares confirman que al menos dos personas fallecieron en el accidente, pero que podría haber más víctimas irreconocibles producto de la violencia de la explosión.

Durante la dictadura militar, Chile instaló miles de minas antitanques y antipersonales en la frontera con Perú, las cuales han estado siendo removidas desde 2002. Recién se han extraído unos 14.000 explosivos.


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Re: Chile

Mensaje por Gerardo el Sáb 26 Mayo - 11:57

Uff que feo...

Yo siempre soñe con ir a el desierto chileno, de hecho un grupo de Venezolanos fueron en carro desde aca mismo, no recuerdo a donde fue u ultimo punto pero si que pasaron por el desierto Chileno
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Re: Chile

Mensaje por salmon profugo el Dom 27 Mayo - 16:56

@XAMBER escribió:Bueno a mi me gustaria participar en el rally dakar gerardo ya no lo hacen en africa por presiones politicas ahora lo hacen en argentina , chile y peru ... Si tenemos la oportunidad hacemos un team venemil en un tiuna .

el proximo año tambien estaria incluida bolivia en un par de etapas,,aca dejos unas fotos del dakar argentina-chile











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Re: Chile

Mensaje por salmon profugo el Sáb 23 Jun - 0:47

publicado por la página Noticias FFAA Chile

Chile Negocia con Holanda la Compra de Ocho Cougar

Según la agencia holandesa ANP, el Ministerio de Defensa de Holanda informó que Chile sería un posible comprador de ocho helicópteros Cougar y que las discusiones sobre esta materia aún están en una fase exploratoria.

Los ocho helicópteros son excedentes de la Koninklijke Luchtmacht (Real Fuerza Aérea de Holanda) y corresponderían al Eurocopter AS-532U2 Mk.2.



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Re: Chile

Mensaje por salmon profugo el Sáb 23 Jun - 1:16

una buena noticia el sub-simpson de la armada chilena de vuelta a la accion..









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Re: Chile

Mensaje por DJ-ZG el Sáb 23 Jun - 2:46

Clase de submarino que se gastan los Chilenos Very Happy

PD: Maldito veto xD
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Re: Chile

Mensaje por salmon profugo el Lun 9 Jul - 16:46

bien por enaer. nota del mercurio,,,,





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Re: Chile

Mensaje por salmon profugo el Dom 15 Jul - 6:22


nota de chile defensa...


Ministro Allamand encabeza anuncio de construcción de tercer OPV de la Armada de Chile, “Marinero Fuentealba”



En dependencias de los astilleros Asmar de Talcahuano, el Ministro de Defensa Nacional, Andrés Allamand, encabezó el anuncio de construcción del tercer OPV (Offshore Patrol Vessel) de la Armada de Chile “Marinero Fuentealba”, unidad que se sumará a los ya construidos “Piloto Pardo” y “Comandante Toro”.

El anuncio se materializó hoy en la Región del Biobío, oportunidad en la cual el Secretario de Estado, acompañado del Comandante en Jefe de la Armada, Almirante Edmundo González, presenciaron el corte de la primera plancha del futuro OPV, hito que a la vez marcó la reactivación total de las capacidades operativas de Asmar Talcahuano, tras los daños sufridos a consecuencia del terremoto y posterior tsunami del 27-F.











El nuevo buque, cuya entrega se espera para agosto de 2014, será destinado a la Tercera Zona Naval con asiento en la ciudad de Punta Arenas, para prestar servicios en Territorio Chileno Antártico. Es por ello que –a diferencia de otros OPV- contará con el estándar “ice class”, que permite la navegación segura por aguas australes.


El “Marinero Fuentealba” tendrá como objetivos el reforzar las actividades que la Marina posee como misión, permitiéndole cumplir con las tareas de Vigilancia y control de la Zona Marítima Jurisdiccional y Aguas Antárticas, Búsqueda y Rescate en la Zona Marítima de Responsabilidad Nacional, Control y Combate de la Contaminación Acuática, Apoyo al mantenimiento de la señalización Marítima, Apoyo logístico a Zonas Aisladas, Fiscalización del tráfico marítimo y Control sobre buques que transporten estupefacientes o ilícitos en las zonas de responsabilidad asignada internacionalmente al Estado de Chile.

El “Marinero Fuentealba” forma parte de un proyecto de construcción de 5 buques de este tipo, para cada zona naval de la Armada de Chile, y se sumará a los ya construidos OPV-81 “Piloto Pardo” y OPV-82 “Comandante Toro” entregados en 2008 y 2009, que actualmente operan desde sus puertos base en Talcahuano e Iquique, respectivamente.

saludos salmon.
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Re: Chile

Mensaje por PipilloVonJuangriego el Dom 15 Jul - 7:47

Apreciado "Salmon" un cordial saludo. Porque no nos cuentas sobre el origen de los nombre de la OPV. "Piloto Pardo" por ejemplo. Gracias de antemano.

Un abrazo...!!!!
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Re: Chile

Mensaje por salmon profugo el Miér 8 Ago - 18:06

interesante nota,,,, ojalaaa se de pero no sigan conprando cosas usadas,,,, x algo se compraron 8 cougar nuevos,,, 30 es un buen numero,,,

Brigada Helitransportada:
Los Ambiciosos Planes del Ejército y sus Implicancias



El plan priorizará la creación de una unidad de infantería de elite con alta movilidad y capacidad de combate, incrementando las ventajas que Chile ya tiene en el plano militar sobre sus vecinos. Pero el demandará recursos substanciales para la compra de un importante número de helicópteros de transporte, además de otros helicópteros fuertemente armados, en una operación poco transparente.

Por Equipo El Periodista

El Ejército ha establecido la creación de una brigada helitransportada como la principal prioridad de esa fuerza para los próximos años. El proyecto, que el Comandante en Jefe de la institución, General José Miguel Fuente-Alba, ha instalado como el eje del plan de desarrollo del Ejército para los próximos diez a doce años, incluye la adquisición de entre 24 y 30 helicópteros medianos de transporte, al igual que entre 8 y 12 helicópteros de ataque. Las aeronaves, que serán operadas por la Brigada de Aviación del Ejército (BAVE), con sede en Rancagua, serán empleadas por esa instancia tanto para proveer tanto la movilidad como el apoyo de fuego de la nueva brigada helitransportada. La unidad estará integrada por entre 800 y 1.200 efectivos seleccionados de infantería, entrenados para operaciones de asalto vertical, término empleado en círculos militares para referirse a las operaciones helitransportadas. La nueva brigada también aportará elementos para despliegue rápido en apoyo de misiones internacionales sancionadas por la Organización de Naciones Unidas (ONU).

Aunque los efectivos de infantería que integrarán la Brigada Helitransportada dispondrán de sus propias armas de apoyo, incluyendo morteros de infantería y armas portátiles anti-tanque, las aeronaves que les transportarán dispondrán también de armas para apoyar a las tropas en la zona de desembarco y durante sus posteriores movimientos en tierra. Sin embargo, el Ejército también planea comprar helicópteros de ataque, que serán el pilar central del poder de fuego de la nueva brigada. Los helicópteros de ataque no son aeronaves diseñadas para el transporte de tropas o carga, sino para llevar armas anti-tanque y de ataque al suelo, disponiendo de los sensores y sistemas de dirección de tiro para emplear esas armas con la máxima letalidad posible.

El Ejército comenzó a considerar la compra de helicópteros de ataque a fines de la década de los noventa, y su interés se concentró en un principio en la posibilidad de adquirir ejemplares de segunda mano del Bell AH-1S Cobra, disponibles como excedentes del ejército estadounidense. Pero el alto costo de compra de los Cobra, así como de su necesaria modernización, obligó a dejar la idea de lado, para estudiar en cambio la posibilidad de adquirir helicópteros de uso general pero especialmente equipados con armas anti-tanque. Esa idea también quedó postergada, concentrando los recursos recibidos por la institución en el equipamiento y organización de sus nuevas brigadas acorazadas y regimientos reforzados, proceso que ha incluido la compra de los tanques Leopard 2, vehículos blindados de combate de infantería Marder y obuses autopropulsados M-109.

Pero ahora, cuando el proceso de organización de las nuevas brigadas y regimientos está ya avanzado y consolidado en su mayor parte, el Ejército ha comenzado a mirar las alternativas disponibles para cubrir sus necesidades de helicópteros de ataque. Aunque inicialmente se retomó la idea de convertir helicópteros de uso general a versiones especialmente artilladas, eso ha sido dejado de lado, prefiriéndose la mayor eficacia de las aeronaves de ala rotatoria especialmente concebidas como plataformas de armas. Aunque se han estudiado alternativas como las representadas por el Bell AH-1Z King Cobra, el interés del Ejército se ha ido concentrando en maquinas europeas, principalmente el A129 Mangusta del fabricante italiano Agusta y el EC665 Tigre del fabricante franco-germano Eurocopter.

Pero la balanza se estaría inclinando hacia este último, debido a que el General Fuente-Alba estaría adoptando el criterio de que tanto los helicópteros de transporte como las maquinas de ataque procedan del mismo fabricante. Bajo ese criterio, el fabricante mejor posicionado es Eurocopter, firma que forma parte del grupo industrial europeo EADS. Este fabricante tiene una fuerte presencia y perfil en Chile, heredada en parte de Aerospatiale, uno de los fabricantes en base a cuya fusión se creó esa firma. Entre los entre los años sesenta y noventas Aerospatiale vendió helicópteros Puma, Super Puma, Lama y Alouette al Ejército, la Marina y la Fuerza Aérea. Eurocopter tiene hoy una filial chilena, Eurocopter Chile con sede en Tobalaba, que atiende a operadores militares y civiles de nuestro país y países vecinos.

En el caso especifico del Ejército, esa institución encargó ocho helicópteros medianos de transporte EC532 Cougar a Eurocopter en el año 2005, para ser operados por la BAVE en apoyo al entrenamiento y potenciales despliegues de la Brigada de Fuerzas Especiales. Esas aeronaves, con capacidad para transportar a 25 soldados equipados o 4.500 kilos de carga, ya están en servicio en el país. Pero el Ejército también está negociando en este momento la compra de otros nueve helicópteros EC 532 Cougar de segunda mano, pertenecientes a la Fuerza Aérea de los Países Bajos y puestos la venta por el gobierno de ese país. Una vez adquiridas, y antes de su recepción por parte de los militares chilenos, esa maquinas serán refaccionadas por Eurocopter.

La compra de los nueve Cougar ex holandeses iniciará la formación de la flota de aeronaves necesarias para implementar la creación y organización de la Brigada Helitransportada. Pero se seguirán comprando aeronaves del mismo modelo y fabricante -es decir de Eurocopter- hasta completar los entre 24 y 30 helicópteros medianos de transporte que dicho plan prevé. Al respecto, fuentes cercanas al Ministerio de Defensa en Santiago dijeron a EP que el Ejército tiene interés en comprar otros ocho helicópteros Cougar holandeses, que no están la venta en este momento pero que estarán disponibles dentro de dos años.

Alto Costo y Desbalance Vecinal

Siguiendo el criterio dispuesto por Comandante en Jefe del Ejército de que todos los helicópteros deben proceder del mismo fabricante, los aparatos de ataque deberán ser también provistos por Eurocopter. El único helicóptero de ataque dentro de la cartera de productos de este fabricante europeo es el EC665, un aparato muy avanzado diseñado para los ejércitos de Francia y Alemania, pero que también ha sido adquirido por Australia y España. Además de portar armas con el poderío necesario para destruir tanques, otros vehículos blindados y emplazamientos fortificados; el Tigre puede llevar además misiles aire-aire. En principio estos misiles – que pueden ser Mistral de origen francés o Stinger estadounidenses- están destinados a dar cuenta de helicópteros enemigos, pero también podrían ser usados defensivamente contra aviones de combate.

Según observadores, el costo total del proyecto, en lo relativo a la compra de los helicópteros que requiere su implementación, puede empinarse en torno a los 900 y 1.200 millones de dólares. A eso tendría que sumarse el incremento del presupuesto regular, para dotar a la BAVE de la infraestructura, tripulaciones y personal técnico para operar, mantener y reparar la nueva flota aérea. Al respecto, señalaron que el despliegue de sólo seis helicópteros de ataque EC665 Tigre exigiría llevar al terreno cerca de 200 efectivos de apoyo, entre técnicos en electrónica para atender sistemas de comunicaciones y dirección de tiro, mecánicos, armeros y otros. Este equipo humano requeriría un número importante de vehículos terrestres para movilizarse en el campo y llevar herramientas, repuestos, munición y otros pertrechos.

En concreto, fuentes cercanas a Defensa aseguran que la idea del General Fuente-Alba es privilegiar la compra de los helicópteros, asignando para ello parte substancial de los recursos financieros para adquisiciones de material que la institución reciba de aquí al año 2020. Eso podría ser relativamente viable si se establece un sistema de financiamiento de largo plazo, con planificación a cuatro y doce años. Pero todo indica que el proyecto de reforma del sistema, aprobado recientemente en la Cámara de Diputados en primer trámite legislativo, no será aprobado finalmente en su forma original. Hasta ahora la Concertación se ha jugado, con éxito, por introducir modificaciones para que los Presidentes tengan atribuciones para postergar, recortar o cancelar proyectos de compra de material bélico.

Pero más allá de los costos asociados al plan, está el hecho de que la creación y equipamiento de la nueva brigada helitransportada profundizaría el balance –o “el desbalance”, como acota un agudo observador- que actualmente existe entre Chile y sus vecinos en el plano militar, que ya es evidentemente favorable a Chile en las dimensiones terrestre, aérea y naval. La situación incrementaría las tensiones con los vecinos, especialmente con Perú, negando los supuestos beneficios de seguridad que se esgrimen a favor de las compras militares. “Más defensa no implica más seguridad, y los excesos pueden tener un efecto diametralmente opuesto al supuestamente buscado”, advierte un especialista local. El Ministro de Defensa, Andrés Allamand, estaría informado respecto del proyecto y no habría levantado objeciones, según otras fuentes.

Las Otras Aristas

Pero podría haber otras compras gatilladas por la creación de la brigada helitransportada. El apoyo logístico que esta demandaría, transportando personal técnico, munición y repuestos a terreno; está siendo invocado en favor de la compra de aviones de transporte del tipo C-27J Spartan, de fabricación italiana. Su fabricante, la firma italiana Finmeccanica, trajo un ejemplar de este aparato a la última versión de la muestra aérea FIDAE en Santiago, a fines de Marzo, aprovechando la ocasión para someter el aparato a evaluación por parte de la BAVE en Rancagua. Según fuentes bien informadas, el Ejército está considerando adquirir entre tres y cinco ejemplares de esta aeronave. Ello es criticado por algunos observadores, que consideran descabellado comprar el C-27J cuando el C-295M, un aparato similar, ya está en el inventario de las fuerzas armadas chilenas, específicamente de la Armada. Dichos observadores plantean que sería más conveniente estandarizar los medios de transporte mediano en el C-295M, para abaratar costos de mantenimiento.

Otros críticos, más suspicaces, han apuntado a la “curiosa coincidencia” de que el operador que está promoviendo las compras de todo el material mencionado, incluyendo tanto los helicópteros Cougar y Tigre de Eurocopter como el avión de transporte C-27J, es nada menos que Virgilio Cartoni, quien durante la última década se ha perfilado como el principal proveedor local del Ejército. A través de su firma de representaciones CyM, Cartoni actúa como intermediario de cerca de un centenar de fabricantes del más variado material de uso bélico, además de la ya mencionada Eurocopter. Sus representaciones incluyen a la alemana Krauss Maffei Wegmann (KMW), fabricante de los tanques Leopard 2 y los transportes blindados Marder adquiridos por el Ejército; la germano-suiza Ruag Defence, que vendió al Ejército 24 obuses autopropulsados M-109 de segunda mano modernizados; y la israelí Rafael, fabricante de los misiles anti-tanque Spike adquiridos por el Ejército en su versión terrestre, y que ahora está ofreciendo la versión ER de la misma arma, para montar en helicópteros de ataque.

Oficial en retiro del Ejército y ex miembro de la BAVE, Cartoni mantiene influyentes contactos al interior de esa institución castrense. Algunos de sus contactos son resultado de su propio paso por esa rama militar, de la cual se retiro tempranamente como teniente; y otros serían producto de relaciones familiares, entre los que se cuentan sus primos, los generales en retiro Patricio Cartoni Viale y Alessandro Cartoni Pruzzo. La cercanía de este último con el Comandante en Jefe, General José Miguel Fuente-Alba, es conocida dentro del Ejército. Alessandro Cartoni Pruzzo, primo hermano de Virgilio, fue Jefe de la Guarnición Militar de la Región Metropolitana en el 2011 y, cuando fue pasado a retiro, tras cumplir su periodo reglamentario de servicio, Fuente-Alba ordenó su reincorporación en categoría especial.

“Virgilio Cartoni no tiene el mismo nivel de influencia en la Armada y la Fuerza Aérea, razón por la cual no ha tenido con esas ramas el mismo éxito comercial logrado con el Ejército”, explicó a EP una fuente cercana a estos temas. Algunos de esos éxitos se convirtieron en escándalos públicos, como la venta de insumos médicos al Hospital Militar en los años noventa. Una investigación de Contraloría reveló en el 2001 que, al elegir la oferta de Cartoni, la dirección del Hospital Militar –subordinada al alto mando del Ejército- había decidido adquirir los insumos ofrecidos por Cartoni y sus socios sin cotizar otras alternativas disponibles en el mercado, pagando un abultado sobreprecio por los insumos. Pero la misma investigación reveló otra irregularidad: tanto Virgilio Cartoni como uno de sus socios en la operación, el Coronel (R.) Mario Marshall, eran empleados civiles del Ejército al momento de adjudicarse, sin licitación, el contrato para suministrar los insumos al hospital institucional.

Estos últimos antecedentes son invocados por observadores críticos, que se preguntan cuál es el nivel de influencia que estaría ejerciendo Virgilio Cartoni en el proyecto estrella del actual Comandante en Jefe del Ejército. Otra duda es cuál es la consideración real asignada al interés nacional dentro de ese proyecto, tanto por la institución castrense como por las autoridades políticas del sector Defensa.

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Re: Chile

Mensaje por Sgt.Elias el Vie 17 Ago - 11:54

Buenas... se que es una ladilla siempre postear "cosas malas" de nuestros paises hermanos que han caido en manos de la derecha, no es de mi "gusto" postear solo cosas malas de estos paises... pero son las informaciones que suelen ocultar...

A ver... por lo que se lee, pareciera una medida para atemorizar o "asustar" a los menores... como dicen por ahí... "pa sepan en lo que se estan metiendo", sin embargo... creo que se extralimitaron con lo de desnudarse... y bueno... así no hayan sido golpeados, se "pasaron por el forro" los derechos de los niños a nivel internacional... OJO, estoy claro que estaban en una "manifestación", en teoría no debían estar ahí, exceptuando que no era una "acción de calle" si no que era en su propio Colegio.

Buehhh... ahí se los dejo...

Estudiantes del nivel de enseñanza media anunciaron una querella contra carabineros
Chile: Carabineros obligaron a menores y mujeres a desnudarse en una comisaría

Por: Prensa Latina (PL) | Jueves, 16/08/2012 08:57 PM
Represión de Carabineros contra estudiantes secundaristas

16/08/12.-Estudiantes del nivel de enseñanza media en Chile anunciaron una querella contra carabineros que obligaron a menores y mujeres a desnudarse en una comisaría, tras ser detenidos en una operación de desalojo a un colegio.

“Se nos llevó a un baño, en el cual Carabineros nos obligó a desvestirnos, a quedar desnudos y realizar sentadillas”, denunció el líder estudiantil Cristián Cisternas, del Liceo María Luisa Bombal de Rancagua, región de O Higgins, unos 90 kilómetros al sur de esta capital.

“Nos sacaron las esposas, y un carabinero empezó a agredir a mis compañeros empujándolos”, añadió.

El joven dijo que los uniformados no tomaron en cuenta que entre los arrestados había mujeres y menores de edad.

Relató a Radio Cooperativa de Chile que un policía le gritó a un adolescente de 14 años que no quería sacarse la ropa: “O te la quitas tú, o te la quito yo”.

Una de las mujeres afectadas se mostró indignada por el hecho, “habiendo menores de edad y no siendo delincuentes, sino estudiantes que estábamos en una toma que había sido pacífica”.

Organizaciones defensoras de los derechos humanos en Chile calificaron de vejatorio lo ocurrido y dijeron que llevarán el caso al Fondo de Naciones Unidas para la Infancia, al Servicio Nacional de Menores y a la fiscalía regional.

http://www.aporrea.org/internacionales/n212188.html

NOTA: lo de las "sentadillas" como dije, lo que deja entrever que era como un "regaño"... pero lo de desnudarlos es otro tema...

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Re: Chile

Mensaje por salmon profugo el Sáb 18 Ago - 18:41

@Sgt.Elias escribió:Buenas... se que es una ladilla siempre postear "cosas malas" de nuestros paises hermanos que han caido en manos de la derecha, no es de mi "gusto" postear solo cosas malas de estos paises... pero son las informaciones que suelen ocultar...

A ver... por lo que se lee, pareciera una medida para atemorizar o "asustar" a los menores... como dicen por ahí... "pa sepan en lo que se estan metiendo", sin embargo... creo que se extralimitaron con lo de desnudarse... y bueno... así no hayan sido golpeados, se "pasaron por el forro" los derechos de los niños a nivel internacional... OJO, estoy claro que estaban en una "manifestación", en teoría no debían estar ahí, exceptuando que no era una "acción de calle" si no que era en su propio Colegio.

http://www.aporrea.org/internacionales/n212188.html

NOTA: lo de las "sentadillas" como dije, lo que deja entrever que era como un "regaño"... pero lo de desnudarlos es otro tema...

Saludos...


estimado elias lo del maltrato y tortura a los detenidos,,, ha ocurrido siempre,,en los ultimos años a disminuido bastante,, eso igual depende del detenido si se porta bien lo tratan bien.. si se porta mal le sacan la mierda... ahora eso de hacer q saquen la ropa y te revisan hasta los genitales. es muy cumun en las carceles tanto pa internos como para las visitass,,,, es algo denigrante.. los carabineros igual lo hacen pero no es algo mui comun... ahora lo grave de la noticia es q eran menores de edad y no eran delicuentes habitualesss...



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Re: Chile

Mensaje por patagon el Sáb 25 Ago - 20:57

General Fuente-Alba visitó por primera vez compañía Andina N°20 Cochrane



Escrito el 2012-08-24


Hasta la Compañía Andina N° 20 “Cochrane”, dependiente de la IV División de Ejército, llegó el Comandante en Jefe del Ejército, General Juan Miguel Fuente-Alba P., para revistar las nuevas instalaciones, previo a la inauguración que se llevará a cabo este sábado, en una ceremonia que será encabezada por el Presidente de la República, Sebastián Piñera.

La visita la efectuó acompañado por el Jefe del Estado Mayor General, General de División Antonio Cordero , el Comandante de la Brigada de Aviación, General de Brigada Iván González , el Secretario General, General de Brigada Alberto González , el Comandante en Jefe de la II División Motorizada, General de Brigada Mario Messen C., el Comandante de Ingenieros, General de Brigada Mario Puig, y el Comandante en Jefe de la IV División de Ejército, General de Brigada Luis Farías.

Tras ser recibido por la guardia de honor, el General Fuente-Alba se dirigió a los oficiales, suboficiales, clases, soldados de tropa profesional y empleados civiles que integran la unidad, a quienes manifestó que “es un enorme privilegio poder dirigirme a ustedes, que a partir de este sábado constituirán oficialmente su guarnición en Cochrane”.

Asimismo, indicó que “el Estado a través del Ejército apoya el desarrollo de esta Región, donde es una enorme oportunidad contribuir a generar unidad nacional”, agregando que “la relación de ustedes con la comunidad de Cochrane resulta fundamental”.

De igual forma destacó que históricamente el Ejército ha situado guarniciones para, entre otras cosas, cautelar la vida de las personas, por lo que anunció la intención del “Ejército de Chile de replicar una unidad fundamental andina como ésta en Villa O´Higgins”, afirmando además que después de esa localidad también existe la intención de repetir la experiencia en el Canal Beagle. “Si ustedes observan la geografía, Chaitén, Coyhaique, Cochrane, Villa O’Higgins y Yendegaia, se viene vertebrando el territorio nacional por vía terrestre, en una labor encomiable que ha iniciado el Estado de Chile, desarrollado en gran parte; en un 90%; por el Cuerpo Militar del Trabajo perteneciente al Comando de Ingenieros”.

En esta línea recordó la necesidad de “restituir la unidad montada en Chaitén, que hoy se encuentra transitoriamente en Coyhaique y en las Bandurrias, como uno de los compromisos fundamentales del Ejército con su Patria, contribuyendo al desarrollo y soberanía, en una lógica y en una condición propia del siglo XXI”.

A continuación saludó uno por uno a los 124 integrantes de la Compañía Andina que se encontraban presentes -de un total de 158- y luego efectuó un recorrido por el patio de formación, taller de mantenimiento, gimnasio, sala de alistamiento operacional, casino de suboficiales, rancho centralizado, comedor de Soldados de Tropa Profesional, enfermería, pabellón de clases solteros, cuadra de soldados de tropa profesional, Comandancia, y finalmente la población de oficiales ubicada a un costado de la unidad.

La Compañía, que cuenta con personal administrativo y especialistas en montaña dotados de elementos de última generación, que les otorgan capacidades para operar en la zona en cualquier época del año, está emplazada en un área de alto valor estratégico, donde hoy viven más de tres mil personas.

La unidad tiene por objetivo hacer soberanía en la Región de Aysén, contribuir al desarrollo e integración en zonas de difícil acceso, apoyando la conectividad en el eje Cochrane - Villa O´Higgins - Campos de Hielo Sur, y está capacitada para colaborar con las autoridades y comunidad frente a desastres naturales, rescate en montaña, evacuaciones aeromédicas, acción social y contribución a expediciones nacionales y extranjeras.

http://ejercito.cl/detalle_noticia.php?noticia=5021
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Re: Chile

Mensaje por patagon el Sáb 25 Ago - 20:59

este tema es sobre las fuerzas armadas de Chile, no sobre politica.

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Re: Chile

Mensaje por patagon el Sáb 25 Ago - 21:10


Presidente Piñera inaugura complejo militar en Cochrane


Este sábado el Presidente de la República, Sebastián Piñera, junto al Ministro de Defensa, Andrés Allamand y al comandante en jefe del Ejército, general Juan Miguel Fuente-Alba, inauguró el nuevo cuartel de la Compañía Andina N°20 “Cochrane”, dependiente de la IV División de Ejército, en la capital de la Provincia de Capitán Prat, en la Región de Aysén. El proyecto inaugurado se inició en 2008 y tuvo un costo total de $ 7.298 millones.

Piñera, quien entregó el estandarte de combate a la nueva unidad, se refirió al significado de este emblema: “con el cual colaborarán y aportarán al desarrollo de esta Región (…) además de apoyarla ante la adversidad y la catástrofe (...) hoy día existe una nueva forma de hacer soberanía, hoy día no se hace con las armas, sino con la presencia”, señaló.

El jefe de Estado concluyó sus palabras con un mensaje para la institución militar: “Tenemos mucha confianza en nuestro Ejército” y destacó que “siempre ha enfrentado los nuevos desafíos con honor”.

Por su parte el comandante en jefe del Ejército, general Juan Miguel Fuente-Alba reiteró que: [b]“Uno de los compromisos fundamentales del Ejército de Chile con su patria es contribuir al desarrollo y progreso del país, y en ese sentido, esta es la concreción de un anhelo muy esperado por el Ejército, al poder desarrollar una Compañía Andina Independiente en la localidad, lo que es desarrollar una soberanía en forma diferente, una soberanía del siglo XXI, en orden a contribuir a la vida ciudadana en lugares apartados, distantes de los núcleos fundamentales del Estado”, [/b]afirmó.


Apoyo a la comunidad patagónica austral

El comandante en jefe de la IV División, general de Brigada Luis Farías, se refirió al origen de esta nueva infraestructura. “En el caso de la Región de Aysén, zona de relevancia geopolítica y estratégica, y en particular en la Provincia de Capitán Prat, se mantiene la necesidad de mejorar la vinculación continua con el resto del territorio nacional, dificultad que se explica por las complejas condiciones orográficas, así como la existencia de condiciones climáticas en extremo rigurosas que representan un obstáculo para la habitabilidad de la población y el acceso a sus invaluables recursos”, afirmó.

En este marco, subrayó que, con esta unidad así como ocurre con todo el Ejército “existe una permanente disponibilidad institucional para apoyar a la población, lo que representa una de las tantas razones que dan cuenta de los altos índices de credibilidad, confianza y prestigio con que la población chilena distingue al Ejército. Mantener este prestigio y el reconocimiento ciudadano en la provincia de Capitán Prat será el imperativo permanente de cada uno de los integrantes de esta compañía Andina”, aseveró.

La Compañía está capacitada para apoyar a las autoridades y comunidad frente a desastres naturales, rescate en montaña, y contribución a expediciones nacionales y extranjeras. Su construcción fue supervisada por el Comando de Infraestructura del Ejército y está basada en una arquitectura sustentable y de avanzada tecnología.

La nueva unidad andina contempla un pabellón central para la comandancia, habitaciones para personal soltero y soldados, box de mantenimiento para vehículos, un gimnasio, un helipuerto, almacenes y enfermería, además de un sector de casas, 17 para suboficiales y 4 para oficiales, entre otras instalaciones.


http://www.lasegunda.com/Noticias/Nacional/2012/08/775707/Presidente-Pinera-inaugura-complejo-militar-en-Cochrane
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Re: Chile

Mensaje por salmon profugo el Miér 19 Sep - 20:48

hoy 19 es el dia de las glorias del ejercito... y el sexto dia de celebracion de las fiestass patriass... manera de weviar..tomar y comerr,,,, viva chile... el otro año son 5 dias,,,, a prepararse...


aca dejo unas fotitos de la parada militar de santiago,,,,














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Re: Chile

Mensaje por patagon el Jue 20 Sep - 17:09

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Re: Chile

Mensaje por salmon profugo el Vie 21 Sep - 14:03

aca les dejo un regalito a los amigos,,, estas fotos son de las mujeres carabineros q defilaron el miercoles en el dia de las glorias del ejercito,,... me ha costado encontrar fotos del defile del 19,





esta foto es muy interesante.. ella es una oficial de policia ecuatoriana..











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Re: Chile

Mensaje por salmon profugo el Vie 21 Sep - 14:25

aca encontree muchass fotos del defile,,,,




























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Re: Chile

Mensaje por salmon profugo el Vie 21 Sep - 14:36

aca mas fotitos del defile.... espero q les gusten,.....




































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